É fruto da Terra escolhido
arrancado vem rústico sereno.
É pomo de discórdia.
Fidalguia prestígio Engenho.
Um reluzente dourado
que turva tudo.
Fé, Amor e Entendimento.
Foi semente torrada, moída
grão em pó.
Riquezas, Demandas,Sofrimentos
Um reluzente dourado,
que turva tudo.
Fé, Amor e Entendimento.
É ouro negro, fortuna engenho.
Colhido derriçado se seca.
no vasto terreiro da frente.
É pomo de discórdia,
que turva tudo.
Fé, Amor e Entendimento.
Torrado é todo ensacado.
Viaja a corte nos lombos dos burros,
junto aos tropeiros.
Da Taquara, Campinho a Irajá
Serpenteia a velha baixada inteira.
Da Terra és fruto,
que suave mistura.
Junto ao doce mel da caiana,
e ao pó muido se funde.
Da casa grande á senzala
Dos morros aos solares
Da xícara de porcelana ao copo de barro cozido.
É fruto a rubiácia: Senhores.
Foi Mello Palheta na Guiana Francesa "buscar".
Vem de longe esta semente eutíope,
um império a fundar.
Um BARÃO que não quis ser Conde.Um VISCONDE que vende seus cobres ....Um MARQUÊS que seu nome é JACAREPAGUÀ...
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
1500 a.C. TUPY Preguiça e Sambaquis:O indio em Jacarepaguá
TUPY or not TUPY.
Habitação dos Apiácas no rio Arinos, aquarela de Hercule Florence, 1828. ( Academia de Ciências da Russia )
Habitação dos Apiácas no rio Arinos, aquarela de Hercule Florence, 1828. ( Academia de Ciências da Russia )
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Desbravando as Sesmaria de JPA: Bandeiras e Entradas
''MARCHA PARA OESTE ''
A civilização é como sol brilhante,
Que sai do berço das rosas do levante,
E vai sempre para oeste,o zênite atingir:
A marcha para oeste é marcha para altura,
E' marcha para azul,para onde mais fulgura
O progresso irradiar na glória do porvir.
E tu,ó minha terra! Ò meu sertão do oeste!
tu que és inda um botão de flor no sertão do agreste,
Hás de ser conhecida,hás de crescer e abrir!
Hésperia do Brasil !Jardim dos pomos de ouro!
Serás da nossa Pátria o mais rico tesouro,
A fama a escurecer de Golconda e de Ofir!
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Engenho D'Água !
Arquivo NOPH 1990.
Solar dos Viscondes de Asseca, reconstruido no ínicio do século XVII, pelo general Salvador Correa de Sá e Benevides ( O velho ), restaurador de Angola, primeiro aucaide-mor do Rio de Janeiro, almirante do mar do sul, capitão-mor e governador do RJ ( 1637), falecido 01/01/1688 com 94 anos de idade. O Engenho D'Água o mais antigo da cidade do RJ ainda em excelente estado de conservação foi nobre propriedade de Fidalgos da Coroa dentre os quais o 1° Visconde de Asseca Martim Correa de Sá, e o ultimo nobre proprietário do solar foi Antonio Maria Correa de Sá e Benevides Velasco da Camara 8° visconde de Asseca. No século XIX descendentes da poderosa familia Telles de Meneses comprou o engenho d'água em 1852. Já no 3° quartel do século XIX o patriarca da familia Francisco Pinto da Fonseca Telles( Barão da Taquara) 1839/1918 , foi um dos ultimos proprietários.
- Noronha Santos ( 1876/1954) em seu livro Crônicas da cidade do Rio de Janeiro, Página: 174 diz:"Em 1940 a área total da fazenda ascendia a 15.251.630. m² , a casa do antigo solar esta situada entre as estradas doGabinal do engenho d'água e rua Egard Werneck." A ultima intervenção urbana proxima ao antigo solar sem nenhuma indentificação histórica hoje foi a construção da linha amarela, ao ir a Barra da Tijuca pela estrada Marechal Miguel Salazar Mendes de Moraes, Antigo camingo do Vice-Rei avista-se no cume da colina nossa jóia colonial seisssentista Engenho D'Água tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico Artistico Nacional( IPHAN)em1938.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Genealogia e Heráldica dos Viscondes de Asseca
António Maria Correia de Sá Benevides Velasco da Câmara, 6.º visconde de Asseca
Fidalgo da Casa Real; do conselho de el-rei D. João VI, 8.º almotacem-mor do reino, em sua vida; veador da rainha D. Carlota Joaquina; par do reino por carta régia de 30 de Abril de 1826, de que prestou juramento e tomou posse na respectiva câmara, na sessão de 14 de Novembro do referido ano; suspenso do exercício do pariato, por efeito das disposições do decreto com força de lei, de 28 de Maio de 1834; comendador das comendas de S. Julião de Cássia no bispado de Aveiro, de Santa Maria de Mesquitela no bispado da Guarda, de S. Salvador da Lagoa e de S. Salvador de Riba de Basto, no arcebispado de Braga, todas na ordem de Cristo.
N. a 28 de Julho de 1786, fal. a 5 de Junho de 1844. Era filho do 5.º visconde de Asseca, Salvador Correia de Sá Benevides Velasco, e de sua primeira mulher, a viscondessa D. Helena Gertrudes José de Melo, filha dos 1.os marqueses de Sabugosa, e 7.os condes de S. Lourenço, António Maria César de Melo Silva e Menezes, e D. Joaquina Josefa Benta Maria de Menezes.
Sucedeu na casa de Asseca, comendas e oficio de almotacem-mor, a 17 de Agosto de 1817, e teve a mercê do titulo de visconde com honras de grandeza que competem aos condes, de juro e herdade, a 6 de Setembro de 1798, ainda em vida de seu pai. Seguindo a carreira das armas, e sendo capitão de cavalaria, acompanhou como ajudante de campo o general Gomes Freire de Andrade, quando este saiu do reino por ordem de Junot com a legião portuguesa, organizada em 1808. Militou na divisão portuguesa, que em 1812, junta ao exército francês, tomou parte na campanha da Rússia, porém conseguindo evadir-se, voltou à pátria, e foi preso para a Torre de Belém, por ter servido nos exércitos de Napoleão, mas por sentença da Relação de Lisboa, de 12 de Junho de 1813, foi julgado inocente e livre de toda a culpa que se lhe pudesse imputar. Passando depois ao Brasil serviu no exército e foi veador da rainha D. Carlota Joaquina. O 6.º visconde de Asseca foi também um dos pares nomeados por D. Pedro IV, a 30 de Abril 1826, quando outorgou a Carta Constitucional. Casou a 10 de Janeiro de 1818, com D. Rita de Castelo Branco, filha dos 1.os marqueses do Belas, e 6.os condes de Pombeiro, José Luís de Vasconcelos e Sousa, conselheiro de Estado; capitão da Guarda Real Portuguesa, alcaide-mor de Vila Franca de Xira, grã-cruz da ordem de S. Tiago da Espada, e da antiga ordem da Torre Espada; grã-cruz da Legião de Honra de França, embaixador extraordinário à corte de Londres, regedor das justiças, desembargador do paço, casado com D. Maria Rita de Castelo Branco Correia da Cunha da casa dos marqueses de Belas e condes de Pombeiro.
Portugal - Dicionário Histórico, Corográfico, Heráldico, Biográfico, Bibliográfico, Numismático e Artístico, Volume I, págs. 794-795.Edição em papel © 1904-1915 João Romano Torres - Editor
Portugal - Dicionário Histórico, Corográfico, Heráldico, Biográfico, Bibliográfico, Numismático e Artístico, Volume I, págs. 794-795.
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